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Stephanie Rice - Galeria de fotos da musa australiana das Olimpíadas de Pequim

Sunday, August 10th, 2008

Enquanto acompanhava as diversas competições dos jogos de Pequim 2008 via zapping, não pude deixar de notar a beleza de uma nadadora australiana que, além de ganhar a medalha de ouro na prova dos 400 metros medley feminino, batendo o recorde mundial da prova (com o expressionante tempo de 4min29s89), fez com que todos os marmanjos do Cubo D’Água em Pequim esticassem seus pescoços diante de sua passagem: Stephanie Rice.

Muito justamente, Stephanie foi considerada a “musa do dia” das competições em Pequim. E olha que seus recém-conquistados admiradores provavelmente não fizeram como eu, que cavouquei mais fotos da bela Rice na internet e me deparei com o seu perfil no Facebook.

A bela nadadora australiana, nascida em 17 de junho de 1988, aparenta ser uma bon vivant. Para desopilar da rotina desgastante de treinos e competições, Stephanie Rice parece descontar a tensão em baladas mui lúdicas com suas amiguinhas.

A medalhista de ouro dos Jogos Olímpícos namora atualmente um colega de sua delegação: o também nadador Eamon Sullivan. Nas horas vagas, posa para fotos exibindo sua faceta de modelo. Mais fotos de Stephanie Rice estão disponíveis neste link.

Para encerrar este post, uma curiosidade que não tem nada a ver com a musa deste texto: a vencedora da medalha de ouro no levantamento de peso, da categoria até 53kg, foi uma tailandesa com o singelo nome de Prapawadee Jaroenrattanatarakoon. Estou pra ver um sobrenome como esse, que tem 21 letras. Imaginem o Galvão Bueno pronunciando isso…

Bush Jr. não é tão burro assim quanto parece…

Saturday, August 9th, 2008

As Olimpíadas mal começaram, e já renderam fotos sensacionais. Vide, por exemplo, as singelas imagens do atual presidente norte-americano divertindo-se na arena de vôlei de praia em Pequim.

Além de observar atentamente Walsh e May, as atuais campeãs de vôlei de praia, o sósia de Alfred E. Neuman ainda foi prestativo e ajudou a tirar areia das costas de suas conterrâneas.

Henri Cartier-Bresson

Friday, May 9th, 2008

Crianças em Sevilha, foto de 1933 de Henri Cartier-Bresson.

Fotografar é recortar um determinado espaço em uma específica fração de tempo. Os grandes fotógrafos são aqueles que conseguem ultrapassar essas limitações, fazendo com que essa determinada imagem transcenda molduras e retenha o tempo em seu momento mais preciso. Henri Cartier-Bresson, que morreu em 2004 aos 95 anos de idade, explicou em certa ocasião: “Fotografar é uma questão de colocar o olho, o coração e a mente na mesma linha de visão”.

Cartier-Bresson foi um mestre na combinação entre a intensidade emocional das imagens que fotografava e o apuro estético e formal de seus enquadramentos. Um exemplo: a foto que ilustra este post, que retrata crianças em Sevilha, Espanha, brincando em meio aos escombros da guerra. Seja em seus retratos de personalidades como Albert Camus, Marilyn Monroe ou John Huston, seja ao fotografar anônimos em um piquenique às margens de um rio ou o beijo de um casal em um café parisiense, Cartier-Bresson se destaca pelo olhar apurado, capaz de extrair com naturalidade a poesia surgida a partir de seus jogos de luzes e sombras.

Ao ser entrevistado para um documentário sobre sua obra, Cartier-Bresson foi inquirido a respeito do momento decisivo de se registrar uma imagem. Com a palavra, o mestre: “A gente olha e pensa: Quando aperto? Agora? Agora? Agora? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo ou o perdemos, e não podemos recomeçar. O desenho é uma meditação, enquanto que a foto é um tiro. Você pode apagar um desenho e fazer outro, você não está lutando contra o tempo. Mas, com a fotografia, há um espécie de angústia constante, pelo fato de você estar presente em um momento que não mais se repetirá. Mas é uma angústia muito calma”.