O blockbuster do momento é Batman - O Cavaleiro das Trevas. Porém, no momento em que todos comentam a respeito do filme de Christopher Nolan, prefiro lembrar de um outro grande momento do personagem criado por Bob Kane: a HQ que ele estrelou ao lado dos Piratas do Tietê, “A Terceira Margem”, publicada originalmente em 1989.
Na história, republicada no volume Piratas do Tietê - Livro 2, o homem-morcego cai na farra ao lado dos bucaneiros criados por Laerte Coutinho. Mas a história ficou marcada mesmo é pelo diálogo no qual Batman revela qual é o segredo do morcego. Caso você não tenha lido ainda a história e queira saber do que se trata, prossiga com a leitura deste post clicando no link abaixo. Afinal de contas, este é um blog destinado à diversão sadia da família brasileira, e as cenas a seguir não são exatamente recomendadas para crianças de todas as idades…
O futuro é uma constante fonte de inspiração. Nos anos 60, em plena época de corrida espacial, os designers daquela época inspiraram-se em ideais futuristas ao conceber móveis com formas aerodinamicamente arredondadas, usando cores metalizadas e desenhos inspirados em veículos espaciais. Quem assistiu a filmes como 2001 - Uma Odisséia no Espaço, dirigido por Stanley Kubrick em 1968, terá a plena noção de como eram as tendências de design daqueles tempos.
Uma matéria que encontrei no portal Senai Design fala exatamente disso: do design daquela época que, nos tempos atuais, retorna à moda (lembrando daquela frase clássica de Marx, que vaticinou que a História vive se repetindo) na forma de móveis vintage, como os exibidos no vídeo abaixo.
A fim de promover a exibição de dez filmes dirigidos por Stanley Kubrick, o Channel 4, canal de TV inglês, produziu um comercial que simula o ambiente do set de filmagens de “O Iluminado”, a excepcional adaptação que Kubrick dirigiu do livro de Stephen King em 1980. Trata-se de um único plano-seqüência de 65 segundos, filmado em steadycam, de deixar qualquer cinéfilo embasbacado.
Embora o Blogamos já possua um blog especializado em listas, o intrépido Lista 10, eu, que assumo possuir uma síndrome de Rob Fleming, também cometo as minhas…
Quando encontrei no site do Clube do Jingle um link com a música da bala de leite Kids e finalmente ouvi essa jóia depois de muitos e muitos anos, não pude deixar de me emocionar com esta que foi uma das canções que mais marcaram minha infância. Quase pude sentir a sensação da bala se desfazendo aos poucos na minha boca, e logo resgatei imagens do comercial de TV, que exibia um garoto com os olhos vidrados em um baleiro repleto de guloseimas, que girava, girava e ia parando aos poucos.
O jingle foi composto por Renato Teixeira e Sérgio Mineiro, e o comercial foi veiculado pela primeira vez em 1978, ano em que minha irmã Carla nasceu. Teixeira, que também interpreta a música do reclame, é compositor de sucessos da MPB como “Romaria” (consagrada na voz de Elis Regina), “Frete” (tema do seriado de TV “Carga Pesada”) e “Amanheceu, Peguei a Viola” (tema do programa “Som Brasil”), além de ter criado outros jingles consagrados para marcas como Ortopé (”Ortopé, Ortopé/ Tão bonitinho”) e Sonrisal (”Beber, bebi/ Comer, comi/ E tudo mais/ E muito mais/ Sofrer, sofri”).
Roda, roda, roda baleiro, atenção
Quando o baleiro parar põe a mão
Pegue a bala mais gostosa do planeta
Não deixe que a sorte se intrometa
Bala de leite Kids
A melhor bala que há
Bala de leite Kids
Quando o baleiro parar…
* * *
Duchas Corona
O jingle das Duchas Corona foi composto em 1972 por Francis Monte. Mesmo tendo sido veiculada em um comercial que foi ao ar antes de eu ter nascido, é daquelas canções que se tornam conhecidas por diversas gerações posteriores. A propósito: o arquivo mp3 deste e de outros jingles pode ser baixado nesta excelente página mantida pelo radialista Fábio Pirajá.
O jingle é ótimo, mas não sou muito fã da ducha…
Apanho o sabonete
Pego uma canção e vou cantando sorridente
Duchas Corona, um banho de alegria
Num mundo de água quente.
Apanho o sabonete
Abro a torneira, de repente a gente sente
Duchas Corona, um banho de alegria
Num mundo de água quente.
Apanho o sabonete
É Duchas Corona dando banho
Em tanta gente
Duchas Corona, um banho de alegria
Num mundo de água quente.
* * *
D. D. Drin
Comercial bom não tem prazo de validade. É o caso da propaganda da empresa de desinsetização D.D.Drin, cuja propaganda é veiculada até hoje. A peça publicitária é um desenho animado no qual baratas, aranhas e traças dançam ao som destes versos antológicos:
A pulguinha dançando iê-iê-iê
O pernilongo mordendo o meu nenê
E o dia inteiro a traça passa
A roeeeerrrr…
Nessa festa preciso pôr um fim
Vou chamar D.D.Drin, D.D.Drin
E os passeios da barata pela casa vão ter fim
D.D.Drin, D.D.Drin, D.D.Drinnnnn!
Infelizmente não sei quem é o autor deste jingle cujo arranjo remonta a músicas de discoteca, embora desconfie que tenha sido a mesma pessoa responsável pelo desenho animado: Ely Barbosa, quadrinista e criador dos personagens do finado programa infantil TV Tutti Frutti, exibido na Rede Bandeirantes. Curiosidade: um dos quatro irmãos de Ely é o teledramaturgo Benedito Ruy Barbosa, autor de novelas como “Terra Nostra”, “Os Imigrantes” e “Pantanal”.
* * *
P.S.: Confiram mais jingles que fizeram história em um especial produzido pelo portal G1 e pelo publicitário Lula Vieira.
A Good Magazine fez um belo vídeo mostrando quais são os cinco domínios mais cobiçados e, por conseqüência, mais valorizados de toda a web. Ganha uma banana aquele que adivinhar qual é o mais caro de todos…
Até hoje, o único videogame que tive na vida foi um jurássico Atari. Desde então, eu sinceramente nunca encontrei um motivo sólido para comprar outro, já que os joguinhos de computador supriam as necessidades gamísticas que eu eventualmente tive. Porém, depois de assistir ao vídeo abaixo, creio que serei obrigado a rever meus conceitos e fazer sangrar meu bolso a fim de comprar um Wii para a minha namorada…
UPDATE: Já viram a resposta feminina ao vídeo acima (que depois foi revelado como sendo um viral - sensacional - encomendado pela própria Nintendo)? Confiram o vídeo a seguir. Ou não. :P